Plano Unificado — Manutenção & Asset Consolidação de 3 semanas de trabalho
Atualizado 23/07/2026
Plano de curto prazo · Base única de controle

Um plano, quatro áreas, uma base de controle central

Este documento consolida num só lugar tudo o que foi produzido nas últimas três semanas — reports, transcrições, análises e planos de ataque dispersos — e o organiza em quatro áreas (Suporte Manutenção, Manutenção, Asset Management e Delivery Center), sobre uma estrutura de dados central que passa a ser a base de controle de toda a operação.

O curto prazo tem uma tese simples: centralizar as bases (Zendesk + Fleetio) no Nexus e entregar primeiro as interfaces de Suporte Manutenção e Manutenção. Sobre essa base, na sequência, constroem-se as interfaces de Asset Management e DC, os workflows e os calendários de previsibilidade.

Ponto de partida

Por que consolidar, e qual é o problema central

Há três semanas o time opera em modo de guerra sobre a esteira de manutenção. As iniciativas nasceram em momentos diferentes — kickoff, reuniões de processo, análises de dados, planos de ataque semanais — e ficaram espalhadas. Este plano junta tudo e fixa o alvo comum.

O problema, em uma frase Não estamos devolvendo caminhões das oficinas no tempo esperado — nem os da esteira de novas vendas, nem os de drivers ativos que precisam de reparo — e vários saem e quebram "na esquina" por inspeção mal feita. O resultado é fila em oficina, vendas sem estoque, churn e desgaste com o cliente.
21,0%
dos trucks quebram ≤30d após sair do DC
Visão integrada Fleetio+Zendesk · junho, o pior mês: 33,3%
US$ 4,95M
custo real de manutenção 2026 (trucks)
3.381 service entries · média US$ 9,3k/truck
US$ 403k
em ativos perdidos (Asset Management)
+ in-transit/recovery US$ 100–120k/mês
~40 → 0
trucks de cliente parados >2 dias em shop
estoque a zerar na semana 1
~570
trucks na frota (~99% Cascadia)
~350 contratos ativos
~22
prontos p/ venda vs. demanda de ~40/semana
lead-time gap crônico
8 dias
turnaround médio de estimate (BR Diesel ~11d)
meta SLA: 48h
~400
invoices na fila de aprovação
"monkey job" que trava o gestor
Insight que muda a leitura dos números A "queda" do indicador de quebra no Fleetio não é melhora — é migração do registro para o Zendesk (implantado em abril). Cada sistema enxerga um pedaço diferente do problema: dos 31 ciclos-problema de junho, só 2 apareceram nas duas bases. Sem integrar Zendesk + Fleetio, qualquer leitura isolada engana. É a justificativa de dados para a base central.
A tese do plano

Arquitetura-alvo: uma base de controle central no Nexus

Hoje a operação vive em quatro controles paralelos — Zendesk, Fleetio, planilhas e telefone (CloudTalk). O alvo é uma estrutura de dados central no Nexus que unifica o status de cada ativo e vira a base sobre a qual tudo o mais é construído: interfaces por área, workflows e calendários.

0
Base de controle central (Nexus)Todo ativo com um status único · de/para Fleetio→Nexus (172 trucks posicionados, 0 unmapped) · intake do Zendesk migrado para o Nexus · sync em tempo real · regra de ouro: nenhum ativo sem status (quem sobra cai no Decision pool).
1
Interfaces por áreaUma tela por time sobre a mesma base — curto prazo: Suporte Manutenção e Manutenção · fase 2: Asset Management e Delivery Center.
2
Workflows & automações15 fluxos padronizados (recon, road assistance, rescue, reserve, swaps, PM/DOT, vendor repair/rework, post-sale…) viram pipelines com stages, SLA e owner, encadeados entre si.
3
Calendários, medição & previsibilidadeCalendário de previsão de retorno a available, SLA por etapa, aging por truck, custo, índice de confiança e medição em tempo real para a diretoria.

As duas bases que centralizamos primeiro

BaseÁrea que a alimentaO que registra
ZendeskSuporte ManutençãoTickets de Road Side / Support / Breakdown — o acionamento do driver na estrada
FleetioManutençãoInspeções, work orders, status do ativo, red flag, service history e custo

Decisão estratégica (12/07): o Zendesk será substituído pelo sistema de workflows — o intake passa a ser o próprio Nexus. O Fleetio futuramente também entra no Nexus (o gap de ingestão vira roadmap de produto, não integração externa).

Fechar o gap de registro (pré-requisito de dado)

Hoje a maior parte das quebras de estrada não chega ao sistema de manutenção: as WOs de estrada zeraram no Fleetio e o custo vive espalhado em EFS/cartão/fintech.

  • Toda quebra (ticket Road Side ou chamada) gera Issue/WO no Fleetio com VMRS — automatizável via trigger Zendesk → Fleetio API.
  • Sem isso não há custo por quebra, nem warranty recovery, nem loop de qualidade de volta ao DC.
  • Padronizar o marco de entrega (transição de status) como fonte confiável.
O que atacamos, e em que ordem

Sequenciamento — curto prazo e fase 2

As quatro áreas são tratadas com a mesma profundidade neste plano, mas a construção é sequenciada. Primeiro a base e as duas interfaces de maior dor e volume; depois as duas restantes e as camadas de workflow e calendário.

Curto prazo — agoraPrioridade
  • Base de controle central — centralizar Zendesk + Fleetio no Nexus, de/para de status e sync em tempo real (fim dos 4 controles paralelos).
  • Interface do time de Suporte Manutenção no Nexus — migrar Road Assistance do Zendesk; FleetNet com acionamento direto do driver; indicador de frota em manutenção.
  • Interface do time de Manutenção no Nexus — módulo de maintenance no TMS: pipelines N1–N4, calendário de previsibilidade e analytics de SLA.
Área 1 de 4 · Prioridade curto prazo
🛟

Suporte Manutenção

Maintenance Support / Road Assistance — reparo on-site e roadside de trucks em contrato ativo

Interface Nexus: agora   Base: Zendesk   Owner do processo: Senna (N2) + Suporte N1 + FleetNet

Missão & escopo

Atender o driver com contrato ativo que quebra na estrada: acionar reparo (partner shop, dealer ou road side), acompanhar prazo, autorizar dentro da alçada e devolver o truck à operação o mais rápido possível.

Dores mapeadas

  • Atendimento hoje é reativo; o driver frustra-se menos pela quebra e mais por não conseguir ajuda da Billor.
  • ~40 trucks de cliente parados >2 dias em shop, sem dono claro do acompanhamento.
  • Gap de registro: a quebra vive só no Zendesk/telefone e não vira WO no Fleetio → sem custo, sem garantia, sem loop de qualidade.

Interface Nexus a construir (curto prazo)

  • Migrar Suporte Manutenção / Road Assistance do Zendesk para o Nexus — fim dos controles paralelos.
  • Fila de trucks em manutenção com aging, shop e problema; ação definida por ativo.
  • FleetNet: driver aciona direto (ligação + Billor APP) e nós monitoramos.
  • Scripts de atendimento N1 e Shop; PM pós-reparo casado com o histórico.

Alçada de autorização (definida)

≤ US$ 3.5k: autonomia N1 / driver via FleetNet  ·  > US$ 3.5k: escala Senna (N2)  ·  ≥ US$ 5k: Manutenção N3 valida  ·  limite fintech US$ 10k (cobra só o usado).

Workflow-âncora e encadeamentos

Workflow (Nexus)GatilhoSLA / regraEncadeia para
M-07 maint-road-assistanceDriver quebra na estrada → form "Maintenance Support" (Zendesk hoje → webhook/Nexus)Estrada sem shop 1 dia · sob shop = níveis L1–L5 · split Waiting Estimate / Authorization>3 dias em shop → maint-truck-reserve · acidente → Accidents
Entrada cross-áreasafety-pti-defect (Safety) confirma defeitoDriver notificado via Motive → liga no Suporteabre o chamado de road assistance
Definition of done (curto prazo): Road Assistance rodando no Nexus com fila viva (aging × shop × problema), FleetNet ativa para acionamento direto, e o estoque de trucks de cliente parados >2 dias caindo rumo a zero — com ação definida por ativo.
Área 2 de 4 · Prioridade curto prazo
🔧

Manutenção

Reconditioning — trucks/trailers retornados voltam ao stock de venda; gestão de reparos externos; PM / PTI / DOT / preditiva

Interface Nexus: agora   Base: Fleetio   Owners: Kadu (recon) · Jonathann/Deivid (PM/DOT)

Missão & escopo

Executar o reconditioning de trucks/trailers retornados para recolocá-los no stock disponível ao Sales. Triagem interno × externo, coleta e limpeza de quotes, decisão de reparo, acompanhamento, inspeção final, reconciliação de despesa e aprovação de invoices. Sub-processos: PM, PTI e Predictive.

Dores mapeadas

  • Lead-time gap: vendas pedem ~40/semana, stock pronto ~22; pressão diária por unidade.
  • Estimate em 8 dias (meta 48h); ~400 invoices na fila.
  • Quebras pós-recon — a maior dor financeira (caso emblemático: oil pan mal trocado → US$ 58k de engine failure).
  • Comparação WO × inspection manual; quotes inflados sem evidência padronizada.

Interface Nexus a construir (curto prazo)

Novo módulo Maintenance dentro do TMS (/tms/maintenance), modelado na UX de Deliveries/Analytics do CRM, porém asset-cêntrico:

  • Pipelines N1–N4 + estimate, churn return, new truck, reserve return (defaults do quadro: 13 estimate · 5 N1 · 11 N2 · 10 N3 · 4 N4).
  • Calendário de previsibilidade — quando cada truck volta a available, com índice de confiança e auto-postergação.
  • Analytics — trucks em manutenção, dias médios até available, % de SLA, trucks fora do SLA.
  • Fleetio → Nexus: de/para de status por stage (172 trucks, 0 unmapped).

Régua de níveis e alçadas (vigente)

Nível (L = N)SLASignificado
Estimate48h (meta)Quote em andamento (nosso ou da shop)
N1 / L1≤ 2 diasSimples (PM service + buffer de peças)
N2 / L22–4 diasIntermediário
N3 / L34–6 diasComplexo
N4 / L46–10 diasPesado
N5 / L5> 10 dias · MAJORBody shop / motor / transmissão

Alçada recon: < US$ 5k analista · > US$ 5k management (Red Flag ≥ US$ 5k → diretoria). Regra: na dúvida, sobe o nível. Camada futura FMCS v2.0 endurece com block next load em PM/PTI vencidos.

Workflows da área (Nexus)

WorkflowPapelOwner
M-01 maint-reconEspinha dorsal: churn entry → … → unit available (11 stages)Kadu
M-09 maint-vendor-repairWO externa com vendor (custom field "Vendor Status", estimate 48h)Kadu
M-10 maint-vendor-reworkReprovação de inspeção → retrabalho na shopKadu
M-06b maint-pm-cyclePM por faixa de milhagem (−30k..+3.5k mi) com load blockJonathann/Deivid
M-06c maint-dot-ticketViolação DOT do Safety → confirmação de reparoJonathann/Deivid
Definition of done (curto prazo): módulo Maintenance no Nexus em uso com os pipelines carregados do Fleetio, calendário de previsão de retorno publicado e a fila de estimate/aprovação destravando a compra de peças. Fim dos controles paralelos para a área.
Área 3 de 4 · Fase 2
📍

Asset Management

Ciclo de vida do ativo fora do uso produtivo — recovery, in-transit, storage, telematics, swap e decisão recolocar × vender

Interface Nexus: fase 2   Base: Fleetio + Motive   Owner: Corso

Missão & escopo

Gerir o ativo em todo o intervalo em que ele não gera receita: trazer de volta trucks/trailers abandonados, gerir in-transit e paid storage, rastrear via telematics, analisar swaps e alimentar a decisão de recolocar no estoque ou vender.

Causa-raiz estrutural

O modelo de Lease Purchase sem down payment deixa o driver com baixo skin in the game → liberdade mental para abandonar o ativo. O abandono tem componente emocional (falta de carga, desânimo) captável pelo CRL antes de acontecer.

Dores & números

US$ 403k
ativos perdidos (lost assets)
US$ 100–120k
in-transit/recovery por mês (crescendo)
  • Predatory towing: impound custa US$ 5–6k vs. ~US$ 900 de um tow controlado.
  • Swaps de trailer não registrados — caso do driver no 8º trailer sem que a área soubesse do original.
  • Roteamento por distância: partner drivers ≤500–700 mi (~US$ 0,80/mi) · drive-away acima (~US$ 0,35/mi).

Workflows da área (a portar na fase 2)

WorkflowPapel
M-02 maint-rescueResgate de ativo abandonado/não devolvido (<1000 mi partner · >1000 mi drive-away · impound = sempre partner)
M-05 maint-truck-reserveTruck parado; máx. 15 dias; devolução alvo 2 dias
M-04a/b/c replacements & swapTroca de truck/trailer (unidade antiga entra como churn no recon)
M-A1 maint-load-rescueSwap de carga quando o truck quebra — origem dos trailers perdidos
M-03 maint-new-unitNew truck/trailer até available (~3 dias)

Interface a construir: fila de recovery/in-transit, tracking (Motive + covert GPS), reserve com SLA, e o Decision pool (Zé + Emerson) para ativos sem esteira aguardando decisão de diretoria.

Área 4 de 4 · Fase 2
🏭

Delivery Center (DC)

JAX & STL — recebimento de churn, inspeção, execução interna/externa, qualidade/entrega técnica, peças e estoque

Interface Nexus: fase 2   Bases: Fleetio + forms de inspeção   Owner: Emerson · JAX (Douglas) / STL (John Mallas)

Missão & estrutura organizacional

O DC recebe o churn, inspeciona, decide interno × externo, executa/acompanha e faz a entrega técnica com qualidade. Estrutura preliminar de ~10 pessoas por DC:

  • Gestor de ativos com dois focos: Trucks (movimentação/status) e Parts (inventário/esteiras).
  • Treinador (daily care), comercial/qualidade, mecânicos.
  • Referência: ~95% das manutenções são externas, ~5% na região do DC → segmentar dados por tipo de serviço.

Dores & qualidade

  • Quebras "na esquina" por inspeção mal feita — origem "DC Available" quebra 51% vs. Reserve 15% (que já rodou → efeito shakedown).
  • Rework: ~90% problemas novos, ~10% recorrência do item consertado → falha de inspeção/diagnóstico.
  • Sem controle de estoque de peças em JAX (compra ad hoc); STL tem container de peças.
  • Entregas acima do churn não se sustentam sem qualidade.

Processo de qualidade a instituir (já em campo na semana 1)

Portão A — inspeção de CHEGADA

Teste na chegada antes de ir para manutenção; inspeção ampla (~50 itens) gera flags → diagnóstico aprofunda → abre WO.

Portão B — stress test + QA de SAÍDA

Pressão no sistema, esforço de peso, inspeção completa direto na shop; adesivo de responsabilização do inspetor; nenhum truck na agenda sem QA aprovado.

  • Forms padronizados (Delivery Inspection / Journey 2026 V2) validados e integrados ao app.
  • Release Checklist nos 3 maiores ofensores (pneus, partida/bateria, ar/freios) — truck só vira available com checklist assinado.
  • Testador de trailer 7 vias (1 por DC); relatório de rework/prazos por oficina.

Workflow relacionado: M-08 maint-post-sale-delivery (Preparation → Return Inspection). Esteiras novas a desenhar: A4.1 truck reprovado em QA · A4.2 ciclo in-house dos mecânicos.

A camada sobre a base

Camada de Workflows & Automações (Nexus)

15 fluxos padronizados já foram derivados dos processos dos donos e da planilha canônica de validação dos líderes. São a camada que roda sobre a base central — cada um vira pipeline com stages, SLA e owner, encadeados entre si. Fonte canônica em conflito: a planilha de pipelines validada pelos líderes.

#WorkflowÁreaOwnerIntake hoje → alvo
M-01maint-reconManutençãoKaduChegada de churn → evento dos fluxos 02/04/05
M-07maint-road-assistanceSuporte ManutençãoSenna + N1 + FleetNetZendesk form → webhook/Nexus
M-02maint-rescueAsset MgmtCorsoZendesk → webhook
M-03maint-new-unitAsset MgmtAna/Corso [confirmar]Aquisição/retomada (manual)
M-04a/b/ctruck/trailer replacement & swap-roadAsset MgmtCorsoZendesk → webhook
M-05maint-truck-reserveAsset MgmtCorsoTruck >3d em shop
M-06bmaint-pm-cycleManutençãoJonathann/DeividExtração semanal Fleetio → API
M-06cmaint-dot-ticketManutençãoJonathann/DeividTicket do Safety
M-08maint-post-sale-deliveryDelivery CenterEmerson [confirmar]Truck vendido/reservado pelo Sales
M-09 / M-10maint-vendor-repair / -reworkManutençãoKadurecon → outsourced-repair / inspection-failed
M-A1maint-load-rescueAsset MgmtCorsoDispatcher com swap plan via Zendesk
Decisão que amarra tudo (12/07) Os 7 workflows de request ganham requestable: true e passam a aparecer no catálogo do Nexus (/workflow/requests) — é assim que o Zendesk é substituído pelo Nexus como intake. Os 5 internos nascem por automação/encadeamento. Pendências transversais vivas: criar o departamento Maintenance no Nexus, resolver owners reais, ingestão do Fleetio no Postgres, webhook Zendesk→Nexus, e validar SLAs 1-a-1 com Kadu/Corso/Senna/Emerson.

Sequência sugerida de adoção

Enquanto a base é construída

Plano de ataque de curto prazo (Semanas 1–2)

A operação não pode esperar o sistema. Este é o plano de guerra que estanca o sangramento em paralelo à construção da base — Semana 1 (20–26/07) estanca e enxerga; Semana 2 (27/07–02/08) consolida e acelera. Disposição: Arcson na gestão/Nexus (contratos atuais), Douglas no DC/JAX (novos contratos), Robert no comercial (BFTO + retenção).

Semana 1 — Estancar e enxergar

FrenteDonoEntrega da semana
100% dos trucks com status + donos + calendário realistaArcsonTodos posicionados no Nexus, cada pipeline com owner, calendário de previsão publicado (Seg 20/07 EOD)
Contrato ativo em shop + virada FleetNetArcson → SennaSenna owner do fluxo ativo; parados >2d: 40 → 0; FleetNet implantada
Qualidade: teste de chegada + stress test de saídaDouglas (+ QA)Checklist duplo em JAX; adesivo de responsabilização; forms no app
Presença nas oficinas + cadência 2x/diaDouglas (+ Kadu)Embedded em BR Diesel/TUI; lista de liberação diária; capacidade mapeada
Priorização da fila + despressurizaçãoArcson + DouglasFila ordenada; matriz local × parceiro × dealer; estoque de peças iniciado
Entregas ≤ 4/dia até regularizarDouglas25 agendados redistribuídos; zero entrega sem QA aprovado
Churn: entrada controlada + esteira no NexusDouglas + ArcsonInspeção de entrada imediata; entrada <4/dia; lista de churn no Nexus
Comercial: virar o time para o BFTORobertTime operando BFTO com metas; verba MKT BFD → BFTO
Retenção com o João (CX)Robert + JoãoChurn < 20/semana; preventivas de volta ao patamar

Semana 2 — Consolidar e acelerar

FrenteDonoEntrega
PM/PTI — reduzir pancadas do recondicionamentoArcson (+ Jonathann/Deivid)Novos fluxos PTI/PM ativados; follow-up via Motive
Medição em tempo realArcsonPainel Nexus com SLA por etapa, aging e custo; quebras nos 30d pós-entrega
Nexus manutenção em produção + syncArcson (+ tech)Fleetio→Nexus automático; início do retorno Nexus→Fleetio
Replicar padrão JAX ↔ STLDouglas (+ John Mallas)Checklists e cadência consolidados em STL
Rampar entregas com segurançaDouglas + ArcsonSubir o teto de 4/dia com base no calendário, se estabilizado
Critério de sucesso: sabemos onde está cada truck e quando sai (calendário confiável); zero truck de cliente parado >2 dias sem ação; zero truck entregue reprovando na saída; entregas estáveis em 4/dia que não voltam; churn contido abaixo de 20.
A espinha dorsal de dados

Indicadores & análise de breakdown

Os números abaixo justificam o plano e, sozinhos, provam por que a base precisa ser integrada. Fonte: Fleetio (service history no BigQuery), Zendesk (tickets do escopo suporte-manutenção) e Motive (fault codes), consolidados por ciclo do ativo.

Funil de quebra pós-saída do DC (visão integrada)

Cenário≤10d≤30d≤60d
Fleetio (corretiva aberta)5,2%14,4%29,1%
Zendesk (ticket)2,9%7,1%16,2%
Integrado8,0%21,0%43,2%

Mensal integrado ≤30d: 13,5 → 19,9 (mar) → 13,9 (mai) → 33,3 (jun, pior mês) → 27,1% (jul). Mediana da 1ª quebra: ~10 dias; 41% na 1ª semana → sinal de inspeção/preparação, não de desgaste.

Principais ofensores (o que quebra)

Categoria% das saídas ≤30d
Pneus42,6%
Freios / sistema de ar16,1%
Elétrica / partida / bateria15,8%
Motor (check engine, óleo, turbo)12,9%
Arrefecimento (coolant / overheat)10,4%
DPF / emissões · A/C-APU · transmissão7–8% cada

Corroborado por fault codes Motive: SPN-111 (coolant level) e aftertreatment. Alarmes automáticos nesses códigos em trucks com ≤30d de entrega são o precursor objetivo mais frequente.

O padrão mais acionável do estudo

Trucks que saem do status "DC Available" quebram em 51%; os vindos de Reserve, só 15% — porque já rodaram e foram validados. O truck recém-preparado no DC sai sem shakedown. Daí as duas contramedidas de maior alavancagem: Release Checklist de saída e shakedown run de 50–100 mi antes de alocar ao driver. Meta 2026: quebra ≤30d abaixo de 30% até setembro, convergindo ao baseline (36%) e abaixo até dezembro.

Report detalhado (interativo, com drilldown): kickoff-oficial/breakdown-analysis/Breakdown-Analysis-2026.html

Como se sustenta

Governança, owners e fontes

Disposição das forças & cadência

  • Arcson — Manutenção & Suporte Manutenção (gestão, Nexus, contratos atuais).
  • Douglas — DC/JAX e ponta física (mecânicos, inspetores, oficinas, entregas).
  • Robert — Comercial (BFTO) e retenção/churn com o João (CX).
  • Donos de esteira: Kadu, Corso, Senna, Emerson, Jonathann/Deivid.
  • Cadência de guerra: ponto de controle diário do trio (manhã) · report diário à diretoria · checkpoints 2x/dia com oficinas.

Pendências transversais (não bloqueiam, mas destravam)

  • Criar o departamento Maintenance no Nexus e resolver owners reais.
  • Ingestão do Fleetio no Postgres do Nexus (hoje sem CDC para eventos).
  • Webhook Zendesk → Nexus para criação de card.
  • Validar SLAs 1-a-1 com Kadu/Corso/Senna/Emerson.
  • Desenhar a pipeline Estimate Approval e as esteiras A4.1/A4.2.

Fontes consolidadas neste documento

Plano de ataque semanas 1–2 e ownership (6-plano-curto-prazo/md/pt-br/) · Síntese de dores Jardel/Douglas (histórico-recente/00-sintese-dores...) · Entendimento de Maintenance e Asset Management (asset-maintenance/entendimento/) · Master Workflow + extração ao vivo do Miro uXjVH980a1I (3-processos-atividades/Maintenance-Asset-Master-Workflow.md) · Plano de implementação do Nexus (nexus-maintenance/MAINTENANCE-PLAN.md) · Análise de breakdown 30d v3.2 (breakdown-analysis/) · Estrutura do DC (DC-FreshStart/) · Lista-mestra de 15 workflows (dev/workflow-builder/workflow-workspace/maintenance/) · Reunião semanal 19/07.

O board do Miro é canvas (sem texto extraível); usamos a extração ao vivo completa de 11/07 já preservada no Master Workflow.

Billor · Plano Unificado — Manutenção & Asset. Documento vivo. Consolidação de 3 semanas de reports, transcrições e planos de ataque · Autor: Arcson · Gerado em 23/07/2026.